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A Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia publica semestralmente uma revista científica dedicada à educação e às artes. A revista tem como título Revista Portuguesa de Educação Artística (ISSN 1647-905X) e tem como principal propósito divulgar os resultados de investigações e projetos realizados nas diferentes áreas artísticas, desde que direcionados para a educação.

A RPEA é Indexada e Referenciada pelas seguintes bases de dados internacionais de publicações periódicas científicas:

ERIH PLUS
ERIH PLUS - European Reference Index for the Humanities and Social Sciences
Latindex - Sistema Regional de Informação para as Revistas Científicas de América Latina, Caribe, Espanha e Portugal

 DOAJ - Directory of Open Access Journals

 REDIB - Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico https://www.redib.org/pt-pt/

 MIAR - Matriz de Información para el Análisis de Revistas
   SJIF - Scientific Journal Impact Factor
   OAJI - Open Academic Journals Index



EDIÇÕES

Chamada de artigos para publicação

Revista Portuguesa de Educação Artística, Volume 8, Números 1 e 2 (2018) - o Número 2 será dedicado a um tema especial, em parceria com outras cinco revistas científicas internacionais.

A Revista A Revista Portuguesa de Educação Artística estabeleceu uma parceria com revistas científicas de cinco países (EUA, Finlândia, Taiwan, Espanha e República Checa) e irá dedicar um dos seus números de 2018 ao tema: "Borderless: Global Narratives in Art Education" (Sem Fronteiras: Narrativas Globais em Educação Artística). Esta parceria surgiu através da InSEA (International Society for Education through Art.

Prazo para envio de artigos para o volume 8 (número 1, aberto a todos os temas na área da educação artística e, número 2, especial inter-revistas científicas da RPEA): 2 de janeiro de 2018.

Convidamos todos os interessados a enviarem propostas de artigos para o e-mail paulo.esteireiro@gmail.com ou revista.artistica@gmail.com.

Seguem as orientações específicas para o número especial:


CALL FOR PAPERS

"Sem Fronteiras: Narrativas Globais em Educação Artística”

Quem somos nós em relação a outras culturas e países? Quais as questões em educação artística que têm grande influência em todo o mundo? Como é que um educador de arte aborda e ensina com uma narrativa de “ser global”? A questão do tema, Sem Fronteiras: Narrativas Globais em Educação Artística, desafia-nos a olhar para o exterior enquanto refletimos no interior. Ao enfrentar questões globais e divisões no topo da contestação sobre visões do mundo e discursos ontológicos, nós somos desafiados a refletir sobre os nossos pontos de vista já estabelecidos sobre e para além da história e conhecimento local e regional. Deste modo, procurando novas e ilimitadas abordagens à globalização, este “call for papers” procura explorações críticas e teóricas dos educadores de arte e respostas como educadores globais. Convidamos autores a partilhar narrativas globais que abordem questões, preocupações e problemas educacionais globalizantes, que se reflitam tanto nas suas abordagens de educação artística sobre globalização como reiterem as oportunidades transformativas e comunicativas da cultura artística e visual (Delacruz, 2009; Meskimmon, 2010).

Narrativa (investigação) é uma interpretação da história ou de uma história criada por uma pessoa, grupos de pessoas, ou meios de comunicação populares. A crítica de Said (1978) de há décadas atrás, por exemplo, sobre o desenvolvimento da visão histórica, política e cultural Ocidental sobre o Oriente, esclarece que o Orientalismo como narrativa serve e justifica a supremacia do Ocidente. O currículo como narrativa também poderá refletir a ideia e o ponto de vista de determinados grupos, visões e ideologias. No entanto, narrativas são flexíveis. Podem ser alteradas ou reescritas. Deste modo, nós solicitamos a revisão e contrainterpretação versus culturas, pessoas e pontos de vista específicos. Como educadores de arte, quais são as vossas narrativas construtivas e como é que elas são desenvolvidas ou criticamente desafiadas nas histórias dominantes? Ao criar novas narrativas num contexto global, incentivamos os autores a compartilhar suas narrativas críticas e/ou bem-sucedidas com vista aos indícios, questões emergentes ou de uma visão futura da globalização da educação artística.

Para este tema, algumas das seguintes questões podem ser abordadas:

• O que são narrativas globais para a educação artística? Como é que os educadores de arte podem abordar narrativas ou histórias globais no nosso ensino e investigação?
• O que são narrativas emergentes que exigem foco e atenção global? Como é que podemos ensinar com, sobre, e para narrativas globais emergentes?
• Poderão as narrativas competir e entrar em conflito entre si no ensino e na aprendizagem global?
• De que forma é que as narrativas dominantes contribuem para prejudicar um único conto?
• Como é que interpretamos, comunicamos e trabalhamos com as narrativas ou contos globais dos outros?
• Qual é o papel dos educadores de arte na era dos conflitos globalizantes e questões baseadas em ideologias e práticas sociais, políticas, culturais e religiosas altamente contrastantes e contestatórias?
• Como é que a cultura visual global e as redes sociais podem ser exploradas para abordar narrativas globais?
• Como é que podemos abordar ou criar narrativas globais equitativas com vista à inclusão global, diversidade e justiça?
• Como é que as teorias ou abordagens críticas de outras disciplinas podem informar e abordar narrativas globais na educação artística?


Referências:

- Delacruz, E. M. (2009). Mapping the terrain: Globalization, art, and education. In Delacruz, E. M., A. Arnold, M. Parsons, and A. Kuo, (Eds.), Globalization, art, and education (pp. x-xviii). Reston, VA: National Art Education Association.
- Meskimmon, M. (2010). Contemporary art and the cosmopolitan imagination. New York, NY: Routledge.
- Said, E. W. (1978), Orientalism, New York: Vintage Books



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Direção
Carlos Gonçalves, Instituto de Etnomusicologia - Estudos de Música e Dança (FSCH/UNL)
Paulo Esteireiro, Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (FCSH/UNL)
 
Conselho Editorial
Filipe dos Santos, Arquivo Regional e Biblioteca Pública da Madeira
Helena Berenguer, Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia
Natalina Santos, Universidade da Madeira
Virgílio Caldeira, Associação Regional de Educação Artística
 
Conselho Científico
Cristóvão dos Reis, Filmuniversität Babelsberg KONRAD WOLF, Alemanha
Sérgio Figueiredo, Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil
Leonardo Charréu, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil
Carina Freitas, University of Toronto, Canadá
Alberto Pacheco, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil
Andrea Snizek, Universidade Federal de Viçosa, Brasil
Patricia González, Facultad de Artes de la Universidad Autónoma de Chihuahua, México
Mario Roger Quijano Axle, Escuela Superior de Artes de Yucatán, México
Mónica Chirino, Conservatorio Profesional de Música de Santa Cruz de Tenerife, Espanha
Maria Paz López-Peláez Casellas, Universidad de Jaén, Espanha
Apolline Torregrosa, Université Paris Descartes V, La Sorbonne, França
Bernardo Bustamante, Universidad de Antioquia, Colômbia
Teresa Torres Eça, Associação Portuguesa de Professores de Expressão e Comunicação Visual
António Vasconcelos, Escola Superior de Educação de Setúbal
José Carlos Godinho, Escola Superior de Educação de Setúbal  
Ana Maria Bertão, Escola Superior de Educação do Porto
Graça Mota, Escola Superior de Educação do Porto  
Ana Paula Batalha, Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa
Luísa Roubaud, Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa
Margarida Moura, Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa
Maria João Alves, Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa
Carlos Valente, Universidade da Madeira
Vítor Manuel Ornelas Magalhães, Universidade da Madeira
David Cranmer, Universidade Nova de Lisboa
Rui Magno Pinto, Universidade Nova de Lisboa
António Silva, Associação de Professores de Teatro-Educação
Amílcar Martins, Universidade Aberta
Bruno Marques, Instituto de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa
Teresa Norton Dias, Centro de Estudos da Migrações e Relações Interculturais (CEMRI) da Universidade Aberta
António Laginha, Centro de Dança de Oeiras
Ana Luísa Pinto do Souto e Melo, Escola Superior de Educação de Viseu




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